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» Ellessar » 13/01/2015

E aí galera, gostaria de saber a opinião de vocês sobre como encaram o roleplay como um warlock por exemplo, visto que em várias raças eles são considerados "pragas" e vivem a margem da sociedade.

Todo warlock é mau? (falo isso no sentido de que mesmo indo contra o que a sociedade pensa e mesmo sendo um poder demoniaco que fez muito estragos, esse arcanos continuam estudando essas artes proibidas)

Até que ponto a convivência com essas energias pode afetar a personalidade de um personagem?

Enfim basicamente é isso, o que vocês acham da para ser um Warlock General da Aliança e de boa indole (como somos em WoD? ) ou só pelo fato de ser Warlock alguma coisa já está errada.

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» Felipe » 14/01/2015

Não necessariamente. Um bruxo pode ser simplesmente um arcanista curioso que resolveu aprender magia demoníaca somente para fins "acadêmicos" mesmo. Embora todo bruxo tenha consciência de que está lidando com coisas perigosas do capiroto, ele não precisa necessariamente usar os poderes que controla para fazer o mal. Pelo contrário, ele pode até usá-los para fazer o bem, se assim desejar.

Não sei se você tem conhecimento dos alinhamentos de Dungeons & Dragons, mas eu diria que a maioria dos bruxos criados pelos jogadores são muito mais ~caóticos~ do que propriamente ~maus~.

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» MatheusFern » 14/01/2015

Acho que os Warlocks como players pelo menos estão muito mais entre Caotic Neutral :shock: e Caotic Good 8-) .
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ImagemImagem E mais alguns alts pra leilão...

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» Natalia » 14/01/2015

Eu não diria que são maus. Um warlock pode ter feito um pacto por um motivo nobre, por puro desespero e falta de opção. Ele pode só estar "pagando sua dívida".

Os warlocks tendem para o lado obscuro, mas isso não necessariamente significa que sejam pessoas ruins. São apenas pessoas que pensam que os fins justificam os meios.
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» Ellessar » 14/01/2015

Natalia escreveu:Eu não diria que são maus. Um warlock pode ter feito um pacto por um motivo nobre, por puro desespero e falta de opção. Ele pode só estar "pagando sua dívida".

Os warlocks tendem para o lado obscuro, mas isso não necessariamente significa que sejam pessoas ruins. São apenas pessoas que pensam que os fins justificam os meios.


Gostei dessa definição de fins justificam os meios, acho que combina bem com a classe. De qualquer forma é legal saber que nenhum warlock é um príncipe encantado podendo ser considerados anti-heróis e não vilões.

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» Linnc » 14/01/2015

Eu acho um Warlock do bem possível, mas difícil de ser interpretado.

1 - A energia fel tem um efeito muito forte na mente de seu usuário
2 - Você controla vários demônios que querem a sua cabeça
3 - Se for lock affliction, usa métodos de tortura (os DoTs) que são bem cruéis

Na minha opinião um lock do bem, deve se interpretado como qualquer anti-herói, com eventuais percas de controle (e acabar passando dos limites em algumas situações). Também aquelas crises de convicção, onde ele pensa se realmente tomou o caminho certo, etc.
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» Ellessar » 14/01/2015

Linnc escreveu:Eu acho um Warlock do bem possível, mas difícil de ser interpretado.

1 - A energia fel tem um efeito muito forte na mente de seu usuário
2 - Você controla vários demônios que querem a sua cabeça
3 - Se for lock affliction, usa métodos de tortura (os DoTs) que são bem cruéis

Na minha opinião um lock do bem, deve se interpretado como qualquer anti-herói, com eventuais percas de controle (e acabar passando dos limites em algumas situações). Também aquelas crises de convicção, onde ele pensa se realmente tomou o caminho certo, etc.


Sim, é um proposta interessante de RP perder o controle em situações de estresse.

Talvez o warlock destruction seja o que mais se encaixe no "bem" (já que sua realação com os demonios é menor, e ele utilza mais a energia vil para o fogo)

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» Felipe » 15/01/2015

Ellessar escreveu:Gostei dessa definição de fins justificam os meios, acho que combina bem com a classe. De qualquer forma é legal saber que nenhum warlock é um príncipe encantado podendo ser considerados anti-heróis e não vilões.

Nenhuma classe no universo de Warcraft está presa a um estereótipo único. Até mesmo Paladinos e Xamãs - que teoricamente são classes obrigatoriamente "do bem" - têm entre si alguns personagens que em um momento ou outro tiveram atitudes controversas, como Lady Liadrin e Drek'Thar.

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» Poubel » 17/01/2015

Gostei dessa definição de fins justificam os meios, acho que combina bem com a classe. De qualquer forma é legal saber que nenhum warlock é um príncipe encantado podendo ser considerados anti-heróis e não vilões.


Só eu percebi uma espécie de paradoxo aqui? Quer dizer, "Os fins justificam os meios" - frase muito dita para interpretar as escritas de Nicolau Maquiavel e este escreveu "O Príncipe" ... Ou seja, nesse sentido o warlock é o príncipe, no entanto seria "encantado"? :P ... só pra descontrair mesmo... rs
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» Adriannos-Gallywix » 21/01/2015

Bruxo (de qualquer classe e facção) será o que for conforme suas escolhas e seu caráter.

Independente do tipo de magia a que se dedica, há antes disso a ambição que lhe move para fazer o que faz.

Ser bom ou mal são valores recorrentes ao que se acredita, exemplo:
-Mato animais para pegar o dentes e transformar em talismã.
Matei um animal! Pode? Fui bom ou mau? Quem vai avaliar essa ação?
-Lancei um chuva de fogo sobre um exercito, a morte deles garantiu a vitória do "meu time". A que preço? Matei muito, sou bom ou mau? Quem vai avaliar o time adversário, o meu lado ou um neutro?

Então acredito que a avaliação do caráter é individual, e se ocorrer deslizes a responsabilidade é individual. Sabemos no que estamos mexendo e mesmo quando não sabemos temos ciência dos nossos atos em utilizar o desconhecido.

Justamente por isso alguns conhecidos são bons ou maus exemplos do resultado de suas ações pois se deixaram sucumbir pela ambição de poder:
- Garrosh - teve todo o poder da horda em suas mãos e usufruiu para alimentar a sua arrogância.
- Nozdormu - o aspecto bronze teve dúvidas quando se viu líder da dragões infinitos, numa linha do tempo paralela, e mesmo assim fez de tudo para que isso não acontece.
- Maligos e Asa da Morte deixaram se seduzir pelas forças ocultas dos deuses antigos.
- Thrall - passou por poucas e boas e mesmo deixando o orgulho de lado, e o posto de líder da horda se transformou em um grande Xamã, mesmo presenciando atrocidades, como ver os próprios pais morrer e não poder fazer nada numa linha de tempo paralela.
- Sargeras - tenho pena desse, pois caiu no tédio de cuidar de vários mundos a cargo de um dadiva recebida dos Titãs (assim como os Aspectos), quando ninguém estava nem ai para essa preservação. Se enfureceu e decidiu combater o que era para ele cuidar.
- Arthas, caso típico de "Poliana" só via o lado bom das coisas e circunstâncias, matou o seu povo em prol de dizimar a praga, sendo que ao fechar os olhos para isso não percebeu que criava um exercito de morto vivos.

Então somos responsáveis SEMPRE pelos nosso atos.
E nossa história é que dirá se somos bons ou mal.

Caótico é tudo isso que vivenciamos e precisamos definir o que fazer, e ai temos nosso caráter de novo que será o divisor de águas.

Nada esta definido, mas pode ser, nada é extremado Vilão ou Herói. Existe um ser por trás disso tudo que esta fadado a glória e ao cansaço, ao erro, tentativa e acerto.

Adoro ser Bruxo, mesclar o intelecto de vários seres para formular novas formar de fazer o que precisa ser feito.



E será que sou bom ou mal?

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